
Não sabe o que quer. Quer dizer. Se sufoca. Não se move. Não se desfaz. O fogo arde. Arte. É intenso. Convivência real. Dificuldade é também. Porque se busca. Experimenta. A duras penas, deve valer. Alguma pena. Inventa e brinca. Tal qual criança. De madura, só a cicatriz. O verbo existe. Não é implacável. O fim em si, talvez. Interpreta o poema com uma descabida e indiscreta licença poética. Que constrói rima pobre. Pobre de vida. Não quer aparecer. Quer aparecer por demais. Age. Sonha. Odeia agir e sonhar. Questiona-se. Se vira em Bernardo. São Marias.

Pirlimpsiquices. E o que se leva é a lição. Da cara, de cara, do peito, da dor, do meio riso, do tédio, do mal humor, do pensar e repensar. O que for, o é. E o doce de um único suspiro pode ser guardado. Dentro de uma Barsa. Não vá, não nos deixe tão prematuramente. Apesar de que, vontade é vontade. E qualquer que seja, melhor respeitá-la. De uma vez. O medo. É que o grito, de tão individual, tornou-se mudo. Somado à técnica, ao dizer, aos modos de ser, às repetições, ao molde, converteu-se em poder. Manjado de tudo. Não é o que se quer.

